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XIV Encontro Estadual de História

V Encontro Estadual do GT Gênero de Santa Catarina

II Encontro Estadual do GT Estudos Africanos e da Diáspora

I Encontro Estadual do GT Patrimônio Cultural

Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC

 

19 a 22 de agosto de 2012

Tempo, memórias e expectativas

 

PROGRAMAÇÃO DO
XIV ENCONTRO ESTADUAL
DE HISTÓRIA (2012)


Quadro geral da programação
Credenciamento
Conferências
Mesas redondas
Simpósios temáticos
Oficinas
Reuniões de GTs
Reunião estadual do Fórum de Graduação
Lançamento de publicações
Mostra de vídeos
Apresentações musicais
Assembleia Geral

Cronograma
Inscrições
Hospedagem
Comissão Organizadora
Comissão Científica

 

 

Lançamento de publicações

 

 

O lançamento de publicações (livros e revistas) acontecerá, no XIV Encontro Estadual de História, na noite de 20 de agosto de 2012, a partir das 18h30m.

 

Publicações cujo lançamento está previsto:

AREND, Silvia Maria Fávero. Histórias de abandono: infância e Justiça no Brasil (década de 1930). Florianópolis: Ed. Mulheres, 2011.

O livro tematiza a história das políticas sociais para a infância, no Brasil, abordando questões como a introdução da gestão da população em relação à infância no Brasil bem como a implementação dos juizados de menores e de políticas sociais voltadas para infância, na década de 1930. Dá destaque a tais questões no âmbito de Santa Catarina. Adotando uma perspectiva foucaultiana, o livro resulta de pesquisa que abarcou processos judiciais relativos aos menores abandonados e considerados infratores.

CAMPOS, Emerson Cesar de; FALCÃO, Luiz Felipe; LOHN, Reinaldo Lindolfo (Orgs.). Florianópolis no Tempo Presente. Florianópolis: Ed. UDESC, 2011.

Trata-se de uma coletânea que reúne dezenas de trabalhos de jovens pesquisador@s vinculad@s ao Laboratório de Estudos de Cidades (LEC) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e que versam sobre as transformações socioculturais verificadas na cidade de Florianópolis nas últimas décadas. Sob a perspectiva da História do Tempo Presente, os trabalhos articulam-se a partir de questões que procuram atribuir densidade histórica para fenômenos culturais que atravessam o cotidiano das cidades brasileiras contemporâneas, tomando Florianópolis como foco das reflexões. Os temas abordados são os mais variados e incluem: relações políticas, classes sociais, movimentos alternativos, sociabilidades, planejamento urbano, práticas alimentares, identidades e identificações, artes gráficas, música, comunidade árabe, brigas de galo e as complexas interações entre urbano e rural.

CAVALCANTI, Erinaldo Vicente. Relatos do medo: a ameaça comunista em Pernambuco (Guaranhuns 1958/1964). Pernambuco: Ed. UFPE, 2010.

A cidade de Garanhuns, localizada a 230 quilômetros de Recife, é o cenário onde a pesquisa foi encenada. Neste livro o autor discute como foi criado o medo acerca do comunismo em Pernambuco e em Garanhuns de maneira mais específica entre os anos 1958 e 1964. Por meios dos relatórios dos agentes da Secretaria de Segurança Pública de Pernambuco, dos jornais, das atas da Câmara de Vereadores da cidade e dos relatos orais de memórias, foi possível traçar uma cartografia do medo sobre o comunismo no tempo e no espaço em tela, destacando como esse sentimento foi produzido, usado e mobilizado como mecanismo de ação e controle social, servindo aos mais diversos interesses no jogo nas relações de poder em cena.

CUNHA, Maria Teresa Santos; CHEREM, Rosângela Miranda. (Orgs.) Refrações de uma coleção fotográfica. Imagem, memoria e cidade. Florianópolis: Ed. UDESC, 2011. (Participação de Emílio Burucua, Raul Antelo e Sandra Makowiecky)

Discussões sobre a cidade de Florianópolis a partir de fotografias do acervo de José Arthur Boiteux, preservado pelo Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina.

DUARTE, Adriano Luz; MÜLLER, Ricardo Gaspar (Orgs.) E.P. Thompson: paixão e política. Chapecó, SC: Argos, 2012.

Os ensaios reunidos no presente livro foram apresentados originalmente no Seminário Política e Paixão: dez anos sem E. P. Thompson, promovido pelos programas de pós-graduação em História, Sociologia Política e Educação da UFSC em setembro de 2003. Naquela altura, cumpriram a tarefa de contribuir para a presentificação da tradição marxiana discutindo variados aspectos da obra de um de seus mais notáveis teóricos. E o faziam em circunstâncias nada favoráveis. O caudal tardo-liberal, ainda em plena vigência, permitia olhar com desdém e escárnio qualquer coisa que exibisse vestígios de Marx: supostos resquícios de séculos passados, obsolescências a descartar. Hoje, ultrapassado o tempo da interdição automática, privada de argumentos, mas igualmente transposto o tempo do marxismo tradicional, toscamente doutrinário, abre-se a possibilidade de restauração do caráter genuinamente crítico do pensamento marxiano. Restauração que implica a presentificação, decerto crítica, do pensamento dos autores da tradição marxista que, desde muito cedo, denunciaram os reducionismos do marxismo oficial, como foi o caso de Thompson. O presente livro, certamente, constitui uma grande contribuição para a atualização crítica, em língua portuguesa, desse notável intelectual marxista crítico que foi E.P. Thompson.

HAGEMEYER, Rafael Rosa. História & Audiovisual. Belo Horizonte: Autêntica, 2012.

Décimo quinto volume da coleção História &… Reflexões, esta obra apresenta uma síntese das principais discussões sobre a relação entre os registros audiovisuais – cinema, animação, videogames, clipes, etc. – e a história. O autor revela aqui a importância do audiovisual para a formação e apreensão da história, e alerta aos historiadores que a função que lhes cabe, embora não apenas a eles, é fazer a sociedade imaginar a história, seja com palavras apenas, seja com palavras acompanhadas de imagens e sons. Para tanto, discute os problemas e fundamenta a legitimidade do audiovisual como fonte ou objeto de pesquisa historiográfica, além de revelar ao leitor a história dos audiovisuais, o desenvolvimento de suas técnicas e linguagens e o que é apresentado nessas ferramentas, traçando um paralelo entre a veracidade do registro e o poder evocativo das simulações audiovisuais e a história.

JOFFILY, Mariana. O socialismo na França e no Brasil na época da II Internacional Socialista (1889-1918). São Paulo: Alameda, 2012.

O livro trata das frágeis relações entre os socialistas franceses e brasileiros. A influência cultural francesa no Brasil na virada do século XIX para o XX é  fato bem estabelecido, bem como o fato de os socialistas brasileiros considerarem-se herdeiros da Revolução Francesa. Enquanto no Brasil, em 1889, proclamava-se a República e iniciava-se timidamente um movimento operário, na França este se consolidava e era fundada a II Internacional, com o objetivo de difundir o socialismo em escala internacional. A partir de três publicações francesas - o jornal Le Socialiste, as revistas La Revue Socialiste e Le Mouvement Socialiste -, de relatórios da II Internacional Socialista e da viagem do parlamentar Jean Jaurès ao Brasil, discute-se a rarefeita presença do movimento socialista brasileiro nos debates do socialismo francês.

MACHADO, Ricardo; VOIGT, André (Orgs.). Desterritorializações do Vale. Blumenau, SC: Liquidificador, 2012.

A obra traz textos de seis autores, discutindo o conceito de identidade regional, e os aspectos históricos, culturais, sociais e políticos relacionados à edificação deste conceito nas cidades do Vale do Itajaí. “Como um desafio colocado para a publicação deste livro, pretendemos trazer elementos para desterritorializar a ideia de região. Este desafio não deve ser tomado de maneira meramente impulsiva, mas como a aplicação de uma prática. A desterritorialização, cara aos estudos de Gilles Deleuze e de Félix Guattari, é um projeto de encontrar linhas de fuga para os processos de subjetivação fechados sobre si mesmos. As subjetividades criadas sob a égide da “identidade cultural” são formas de manter indefinidamente as pessoas sob referências padronizadas, resistentes ao tempo da mudança e, sobretudo, às possibilidades de singularização”, comentam os organizadores do livro. Além de textos de Machado e Voigt, o livro, conta com artigos dos também historiadores Arnaldo Haas Junior, Darlan Jevaer Schmitt, Keuly Dariana Badel e Roberto Caresia.

MARTINS, Taiane Santi; LEON, Ana Terra de; TONON, Luiza; LUNGE, Tainah; NEVES, Luccas; ROTILI, Mariana (Comissão Editorial). Revista Travessa em Três Tempos. Departamento de História da UDESC/FAED, 2012.

A Revista Literária Travessa em Três Tempos surgiu de um projeto independente de alguns acadêmicos do curso de História da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, e virou projeto de extensão no ano de 2011. O presente projeto tem como objetivo problematizar o documento histórico – objeto de estudo do historiador – e também estimular a produção escrita entre os acadêmicos de história. A partir de um documento oficial, escolhido previamente pela comissão editorial, são escritos contos/ crônicas mostrando diferentes formas de interpretar o documento, visões e perspectivas diversas de um mesmo fato. Em suma, a revista tem como objetivo principal mostrar na prática literária a inexistência de uma verdade, de uma história una. 

MELLO, Soraia Carolina de. Trabalho doméstico: coisa de mulher?. Debates feministas no Cone Sul (1970-1989). Rio de Janeiro: Multifoco, 2011.

Os feminismos emergidos nos anos sessenta ganharam as ruas com manifestações e discutiram amplamente o trabalho doméstico. Nos debates, estas atividades foram chamadas de trabalho invisível, dupla jornada, trabalho improdutivo, produtor de valor de uso... Cada uma destas nomeações esteve vinculada a discussões no campo da academia e da militância. No livro de Soraia Carolina de Mello, parte deste debate ganha historicidade: a partir de periódicos produzidos pelos movimentos feministas no Cone Sul, entre1970 e 1989, a autora focaliza o trabalho doméstico e as trabalhadoras domésticas.

MORAES, Lúcio Vânio. Memória escolar e campo religioso: Identidade e imaginário católico na Escola de Educação Básica Manoel Gomes Baltazar em Maracajá SC (1959-1976). Florianópolis: Insular, 2010.

Do comentário de Artur Cesar Isaia (orelha do livro): "Lúcio Vânio Moraes estuda uma realidade muito próxima a ele: uma instituição escolar com a qual se liga por laços afetivos, biográficos e familiares. Esta presença de motivações subjetivas, longe de comprometer a pesquisa histórica, é um fator que habilita, em nossos dias, o historiador a captar facetas da realidade que de outra forma passariam ao largo do pesquisador movido única e exclusivamente por razões acadêmicas. Sendo assim, sua assumida familiaridade com o assunto estudado, bem como a presença de motivações até emotivas na escolha temática, dão condições para que os dados empíricos não sejam apenas números, evidências e nomes, mas que sua narrativa revele a humanidade sempre bem vinda quando o assunto é educação."

NOTZOLD, Ana Lúcia Vulfe; ROSA, Helena Alpini (org). História e Cultura Indígena de Santa Catarina através das escolas. Florianópolis: Pandion, 2011

- Livro 1. História e Cultura Guarani. Escola Indígena de Educação Básica Wherá Tupã Poty D'ja.

- Livro 2. História e Cultura Kaingáng. Escola Indígena de Educação Básica Cacique Vanhkrê.

- Livro 3. História e Cultura Xokleng. Escola Indígena de Educação Básica Laklãnõ.

A coleção é composta por três livros, cada um abordando a História e a Cultura do povo indígena através da escola, e é resultado das atividades desenvolvidas no Projeto "Autogestão e processos próprios de aprendizagem - desafios para uma educação escolar indígena com autonomia" através do Observatório da Educação Escolar Indígena (CAPES/DEB/SECADI/INEPI). A pesquisa teve como um de seus objetivos realizar diagnóstico das escolas indígenas de Santa Catarina na implementação dos referenciais da interculturalidade, do bilinguismo, da participação comunitária nos diferentes níveis de ensino. Pretende ser um suporte para a implementação da Lei 11.645/2008, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática "história e Cultura Afro-Brasileira e Indígena".

NUNES, Sara. Caso Canozzi: um crime e vários sentidos. Lages, SC: Grafine, 2011.

O livro Caso Canozzi: um crime e vários sentidos é uma pesquisa sobre crime que aconteceu em Lages, Santa Catarina, no ano de 1902. Trata-se do assassinato do caixeiro viajante Ernesto Canozzi e seu empregado Olintho Pinto Centeno. Tal crime aconteceu em um cenário marcado pelos desejos de modernização e civilidade. Ao escolher esse tema, a autora procura identificar as relações sociais em meio as quais o episódio aconteceu. Foram as redes de relações que construíram as narrativas sobre o crime.

PAIM, Elison Antonio; RABELO, Giane; COSTA, Marli de Oliveira. História, educação e cultura escolar. Chapecó, SC: Argos, 2012

A cultura escolar vem sendo abordada por muitos autores, que têm procurado definir, caracterizar e expressar essa perspectiva de entendimento relativa às questões do universo da escola e dos sujeitos que nela convivem. Procuram-se as temáticas da escola partindo do interior dela, ou seja, do diálogo com o que efetivamente acontece, e não apenas com as determinações estruturais, governamentais, legais.

PINSKY, Carla Bassanezi; PEDRO, Joana Maria (orgs.). Nova História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto 2012.

Afinal, o que querem as mulheres? O que já conquistaram ao longo do século XX e início do século XXI? Que caminhos deverão seguir daqui para frente? Essas são algumas das questões que as autoras – especialistas em diferentes áreas do conhecimento – respondem neste livro. Estudantes, professores e pesquisadores se beneficiam de uma obra abrangente e atualizada sobre o assunto. Responsáveis por políticas públicas encontram aqui material para ajudar a executá-las. Ativistas, militantes de movimentos sociais, feministas e ONGs podem, com este livro, alicerçar melhor suas demandas. Jornalistas e profissionais das áreas de Direito, Saúde e Educação ganham subsídios para desenvolver com mais qualidade o seu trabalho. Nova História das Mulheres destina-se, além de tudo, a homens e mulheres que acreditam que compreender as relações sociais por meio da História contribui para melhorar o entendimento entre as pessoas. Um livro para todos os públicos.

SBRAVATI, Daniela Fernanda; DANTAS, Jéferson Silveira; SILVA, Michel Goulart da. Coleção História reflexiva: dialogando com a História. Florianópolis: Sophos 2009 e 2012. (Supervisão editorial da Profa. Dra. Gigi Anne Horbatiuk Sedor; editor: Sílvio Wonsovicz)        

A coleção didática “História reflexiva” destinada ao Ensino Fundamental, tem recorte temático com incursão em estudos sobre a História do Brasil e da América Latina. A coleção apresenta uma condução metodológica baseada na problematização dos temas históricos tendo como fontes documentos dos séculos XVIII e XIX, representações cartográficas, poemas, letras de músicas, iconografias etc.

SILVA, Fabio Paulo. O último reduto legalista. São Paulo: Baraúna, 2012.

O livro analisa as ações da Revolução de Outubro de 1930 em Florianópolis e discute porque esta cidade foi escolhida como principal foco de defesa do governo no sul país. São analisados os meandros da política regional até o pacto da Aliança Liberal, que toma a frente no movimento armado contra o governo de Washington Luiz. Através de periódicos, telegramas, cartas e relatos orais, foi construído um panorama político e social das ações que culminaram na derrubada do governo.

SOUSA, Fernando Ponte de; SILVA, Michel Goulart da (Orgs.). Ditadura, repressão e conservadorismo. Florianópolis: Ed. UFSC, 2011.

Este volume reúne textos que discutem e problematizam algumas práticas e representações conservadoras produzidas ao longo do século XX e nas primeiras décadas do século XXI. Em alguns casos, esse conservadorismo engendrou ações repressivas, visando conter as ações políticas de movimentos populares ou de grupos de esquerda, redundando em fenômenos ditatoriais, como no Brasil com o golpe de 1964. Os ensaios tratam de diferentes facetas do conservadorismo, entendendo-o como fenômeno contraditório e plural e cujas manifestações não seguem um esquema definido ou uma lógica estabelecida, mas que, partindo das contradições de cada realidade particular, produzem processos particulares. Esses fenômenos se misturam e se intercalam, produzindo mobilizações e manifestações ideológicas completamente novas, a cada conjuntura ou a cada situação nacional específica.

ZANELATTO, João Henrique. De olho no poder: o integralismo e as disputas políticas em Santa Catarina na era Vargas. Porto Alegre: Ed.PUC-RS/Ed. UNESC, 2012.

Ao fazer um estudo do integralismo buscou compreender as lutas pelo poder político em Santa Catarina e em particular no sul catarinense na década de 1930. A fim de elucidar esse processo, foram observados os seguintes aspectos do Integralismo no sul catarinense: a estruturação, as características regionais, os canais de difusão da doutrina do movimento, a composição social e étnica do Integralismo, o jogo político local e regional, a popularidade e repercussão do discurso integralista e de seus opositores, as tensões e alianças entre as diversas forças político-sociais.

 

 

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10 de agosto de 2012.
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